Por conta da pandemia impostos e contas foram adiados, suspensos ou até reduzidos, veja quais:


O intuito das prorrogações de pagamento de dívidas deve favorecer também grandes, pequenas e microempresas, empregados e até pessoas físicas

Paulo Ramos

Reprodução/Internet
Foram anunciados, desde o início da quarentena, pelo Governo Federal algumas medidas para adiar, suspender ou até alterar o valor recolhido de alguns impostos e taxas, para as empresas, como negócios, microempreendedores individuais, empregadores de trabalhadores domésticos.

As medidas foram o adiamento do pagamento do Simples Nacional, prorrogar e parcelar parcelas dos FGTS de funcionários, redução da contribuição dos Sistemas S, diminuir o valor cobrado do IOF sobre operações de crédito, adiamento da contribuição previdenciária, PIS, PASEP e Cofins, prorrogação de créditos tributários e da validade de certidões de débito.

Sobre financiamentos e empréstimos

A Caixa Econômica Federal também disponibilizou a pausa de até 60 dias de parcelas de financiamento imobiliários, a única exigência é que as prestações estejam em dia. A medida foi tomada após a decisão da Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN) para amenizar os efeitos negativos a economia, causado pela quarentena.

Outros bancos como Bradesco, Itaú, Banco do Brasil, Santander também anunciaram que estão comprometidos a atender os pedidos de prorrogação dos vencimentos de dívidas de seus clientes, tanto pessoas físicas, como micro e pequenas empresas.

Segundo a assessoria da Caixa, o banco já recebeu mais de 722.00 pedidos para pausar parcelas de financiamento de imóveis.

As regras para pausa de parcelas dependem de cada banco. O Banco do Brasil, por exemplo, abriu uma linha de crédito para quem quiser renegociar suas dívidas com a primeira parcela para daqui a 60 dias.
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